24.01.2026 — Base bolsonarista testa vice e mede incômodos

Mesmo com Adriano Silva já anunciado como vice, Jessé Lopes lança enquete e expõe desconforto da base bolsonarista com alianças em 2026.

Mesmo com o Novo já tendo colocado Adriano Silva como pré-candidato a vice, já anunciado pelo governador Jorginho Mello (PL), o bolsonarismo catarinense segue com a calculadora na mão.

O raciocínio, repetido entre lideranças e militantes, é menos ideológico do que pragmático, o Novo ainda parece menos incômodo do que MDB, PSD ou PP, partidos que, segundo esse campo, mantiveram histórico de votos alinhados ao Governo Federal em troca de espaços e cargos.

É nesse clima que o deputado estadual Jessé Lopes (PL) decidiu transformar a dúvida em enquete. A iniciativa, lançada nas redes sociais, funciona como consulta publica e recado interno. Ao perguntar quem deveria ser o vice em 2026, o parlamentar viraliza o desconforto de uma base que observa as articulações com desconfiança e prefere deixar o termômetro nas mãos dos seguidores.

Na postagem feita na quinta-feira, 22, Jessé Lopes apresentou quatro alternativas, Carlos Chiodini (MDB), Júlio Garcia (PSD), Adriano Silva (Novo) e chapa pura. A lista, ainda que pareça neutra, carrega pesos diferentes para o eleitor bolsonarista, que associa cada nome a maior ou menor distancia do nucleo ideologico do PL em Santa Catarina. O governador já deu o seu voto: é Adriano Silva, do Novo.

CONECTIVIDADE PÚBLICA

Dois vereadores de Chapeco lembraram o basico. Cesar Antonio Valduga (PCdoB) e Paulinho da Silva (PCdoB) protocolaram pedido prefeito Joao Rodrigues (PSD) e a ao secretario de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Márcio da Paixão Rodrigues, para instalar wi-fi gratuito em praças, prédios públicos e áreas de grande circulação. A proposta foca na inclusão digital, acesso a serviços e vida urbana mais funcional. Quando tudo passa pela tela, a cidade ainda cobra sinal aberto como política pública, não como favor tecnológico, segundo os autores do apelo.

ADAPTAÇÃO FORÇADA

A sanção do PLP 108/2024 por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avisa ao setor de eventos que o ensaio geral acabou. A estreia das novas regras só promete aplausos em 2033, mas o aquecimento começa em 2026. Comitê Gestor do IBS e a base digital da CBS entram em cena como figurantes exigentes. Nao aumentam o ingresso agora, porém cobram presença diária no bastidor. A mensagem é clara, quem não ajustar a engrenagem cedo descobre depois que o improviso custa caro.

PLANILHA ALERTA – A Associaçao Brasileira de Empresas de Eventos (Abrafesta) descreve o primeiro impacto como técnico, quase invisível para o público, mas incômodo para quem opera. Em 2026 testam CBS de 0,9% e IBS de 0,1%, junto com novas compensações e obrigações acessórias. Sistemas precisam de ajustes finos, documentos fiscais eletrônicos pedem nova coreografia e o compliance ganha holofote.

Ricardo Dias, presidente da entidade, diz que a atuação começou ainda na tramitação do projeto, para evitar que a surpresa vire passivo.

CONTA FINAL – A transição mexe na precificação e cutuca contratos. Eventos somam locação, montagem, cenografia, audiovisual, catering e logística, cadeia longa que não gosta de sustos. Contratos médios e longos tendem a revisao para a troca de PIS, Cofins e ISS por CBS e IBS.

A carga efetiva varia conforme créditos. Feiras, congressos e eventos culturais têm redução de 60%. Eventos sociais e buffets ficam com a cheia. A Abrafesta alerta, quem não refizer a conta agora descobre depois onde o lucro sumiu.

RECORTES

RISCOS – Ate ontem a caminhada liderada por Nikolas Ferreira avancava ate Brasília, mas a Polícia Rodoviaria Federal apontou riscos extraordinarios ao trafego, lembrando que a via recebe cargas pesadas e fluxo veloz, cenário incompatível com pedestres contínuos, segundo comunicado oficial.

ADESÃO – Com o percurso, o grupo deixou de ser pequeno. Cerca de cem pessoas passaram a acompanhar o ato, incluindo Carlos Bolsonaro, Gustavo Gayer, André Fernandes, Zucco, Sargento Gonçalves e Carlos Jordy, além de vereadores. Nikolas descreveu a adesão como grande e orgânica, reforçando o caráter móvel da mobilização.

PROTESTO – Nikolas Ferreira define a caminhada como defesa da liberdade e resposta às prisões do 8 de janeiro e a decisões do STF. Disse que o coração ficou inquieto diante de escândalos e prisões injustas, enxergando resistência e esperança no gesto.

AÇÃO – Lindbergh Farias (PT) acionou a PRF pedindo intervenção imediata, citando ausência de comunicação prévia e risco coletivo. O deputado do PT lembrou que o direito de manifestação não é absoluto e não autoriza uso perigoso de infraestrutura crítica, transferindo riscos a usuários da rodovia e a agentes públicos, conforme o documento enviado.

BASE – No pedido, Lindbergh Farias e Rogério Correia citam o Código de Trânsito Brasileiro. O texto menciona os artigos 68 e 95, que restringem pedestres em rodovias e exigem autorização para eventos. A leitura jurídica sustenta que a caminhada viola normas ao interferir no fluxo e ampliar riscos à incolumidade pública.

DISPUTA – Nikolas rebateu a PRF e afirmou ter oficiado a corporação e a ANTT no início do trajeto. Sua assessoria diz que houve cadastro no SEI e comunicação possível. A versão busca enquadrar o ato como avisado e responsável, enquanto a PRF sustenta não ter recebido aviso prévio suficiente para planejar ações preventivas.

ALERTA – O documento do PT também aponta uso de helicopteros, com indícios de pousos próximos à pista. Lindbergh Farias e Rogério Correia citam riscos combinados terrestres e aéreos e possíveis violações ao Código Brasileiro de Aeronáutica. A imagem épica do acompanhamento aereo ganha contornos de imprudencia institucional.

Matéria publicada pelo veículo Diário do Iguaçu.

Base bolsonarista testa vice e mede incômodos

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